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	<description>Associação de Ex-Alunos da ESPM</description>
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		<title>Última chamada para o cinema interativo</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 20:06:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>expm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A ação Last Call é o primeiro filme de terror interativo do mundo. Ao assistir no cinema, o público é capaz de se comunicar com o protagonista e untrapassar as barreiras entre a aundiência e a história. Um software reconhece o comando de voz e transforma as respostas do participante, em instruções específicas para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ação Last Call é o primeiro filme de terror interativo do mundo. Ao assistir no cinema, o público é capaz de se comunicar com o protagonista e untrapassar as barreiras entre a aundiência e a história. Um software reconhece o comando de voz e transforma as respostas do participante, em instruções específicas para a rodagem da próxima cena. </p>
<p>O diálogo entre a protagonista do filme e um membro da audiência leva a um destino diferente a cada comando da plateia. </p>
<p> Para participar da aventura, a audiência deve indicar o número do celular a um código de discagem rápida quando compram os seus bilhetes. No momento em que a protagonista feminina pega o telefone para ligar para alguém que poderia ser capaz de ajudá-la, um dos contatos cadastrados é chamado. Uma vez que o telespectador atende, ele ouve a voz da atriz &#8211; que lhe diz que ela estaria perdida sem ele. Ele tem de ajudá-la a fugir, escolhendo um caminho através do antigo sanatório degradado, Além disso, ele também decide se ela deve ajudar outras vítimas para fugir da cena. </p>
<p>A agência responsável é a Jung von Matt, de Berlim, a produtora Film Deluxe Berlim e o diretor do filme é o Milo. </p>
<p>Bacanérrimo!!! </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"><span class="longtext1"><span style="font-family: &amp;amp;amp; background: white; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"> </span></span> </p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BRMNfwndtok&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/BRMNfwndtok&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object> </p>
<p>#EXPM</p>
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		<title>Café de Negócios</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 19:04:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eloi Zanetti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Por questões de agenda, conforto e praticidade, tenho trocado alguns “almoços de negócios” por “cafés de negócios.” É simples: marco reuniões em boas padarias, ao final da tarde, para conversar com meus clientes e parceiros sobre projetos, vendas e andamento de trabalhos. Hoje, existem bons estabelecimentos onde se pode sentar, ficar à vontade e pedir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por questões de agenda, conforto e praticidade, tenho trocado alguns “almoços de negócios” por “cafés de negócios.” É simples: marco reuniões em boas padarias, ao final da tarde, para conversar com meus clientes e parceiros sobre projetos, vendas e andamento de trabalhos. Hoje, existem bons estabelecimentos onde se pode sentar, ficar à vontade e pedir variados tipos de sanduíches, sucos e doces. A minha escolha é sempre a velha média com misto frio. Na saída, ainda compro o francesinho para levar para casa. Com isso, ganho tempo e faço a refeição da noite mais cedo.<br />
 <br />
O ambiente familiar e informal das padarias deixa as pessoas mais espontâneas e, em consequência, as conversas correm mais soltas. Nada de pedidos demorados, complicações com cardápio e exibições de “enochatos” na escolha de vinhos.<br />
 <br />
É claro que faço isto com pessoas com quem tenho intimidade e que conhecem meu estilo. Não costumo convidar clientes novos ou muito formais para reuniões em padarias. Mas acredito que, se os convidasse, muitos adorariam. <br />
 <br />
O ex-prefeito de Curitiba, Jaime Lerner, saía todas as manhãs para vistoriar obras e, antes de chegar à Prefeitura, passava por uma padaria de bairro onde, com o motorista e algum auxiliar, tomava café com pão e manteiga. Fazendo isso, por gosto e conveniência, aproveitava para conversar com populares e ouvir diretamente dos interessados sobre as necessidades do bairro.<br />
 <br />
O conceito de padaria mudou muito nos últimos tempos, algumas se transformaram em verdadeiros centros de negócios e, conforme a cidade, abrigam diferentes tipos de atividades: cafeteria, pizzaria, revistaria, loja de conveniência, pequenos restaurantes, têm acessibilidade para web, estacionamento com manobristas e funcionamento 24 horas. Se duvidar, vendem até pãozinho francês. E este, aos poucos, perde seu posto de carro-chefe de vendas e de principal atração. Hoje, existem pães com ervas, grãos, multimisturas e étnicos para todos os gostos: italianos, alemães, portugueses, indianos, árabes, argentinos e até australianos. É a globalização tomando conta do sacrossanto lugar de se comprar pão.</p>
<p>No entanto, mesmo em padarias, bares e botequins existem procedimentos ritualísticos sobre o trato de negócios à mesa. A experiência recomenda escolher um estabelecimento de fácil acesso e com estacionamento, além de ser pontual e não se esquecer de levar cartões de visitas, bloco de anotações e canetas. Devemos também preferir ambientes que permitam privacidade para que a conversa se desenrole à vontade &#8211; as mesas devem guardar distância umas das outras, para que a nossa a conversa não seja ouvida por estranhos &#8211; em negócios, sigilo é fundamental.</p>
<p>Nas reuniões onde os interlocutores não se conhecem bem, a conversa precisa esquentar um pouco, antes de entrar no assunto principal. Nestas ocasiões, conversa-se sobre tudo: família, futebol, esportes, hobbies, empresas e um pouco de si mesmo. O clima de sondagem mútua é necessário como introdução ao objeto da reunião e, uma vez dentro dele, é melhor ouvir mais do que falar. Por mais ansioso que se esteja para fechar um negócio, cuidado com o excesso na exposição dos motivos, pois poderá perder o senso de timing, entregar o ouro antes do tempo, lembrar ao outro sobre a concorrência e soltar informações desnecessárias. E, em se tratando de valores, siga o conselho árabe: não seja você o primeiro a falar de preços.<br />
 <br />
Ainda não existem livros sobre “etiqueta nos negócios à mesa de padarias”, mas alguns cuidados básicos e regras de boas maneiras devem ser tomados. Não é por estarmos em um ambiente informal que podemos relaxar no trato social. Percebe-se se uma pessoa é educada ou não pela sua maneira de se comportar à mesa. Já vi candidatos a altos cargos serem refutados e algumas carreiras estacionarem porque seus protagonistas não sabiam se comportar com dignidade em reuniões à mesa.<br />
 <br />
E lembre-se: a palavra “companheiro” é originária de “cum panis” &#8211; aquele que reparte o pão.</p>
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		<title>Teste de marshmallow para adultos</title>
		<link>http://www.expm.org.br/noticias/teste-de-marshmallow-para-adultos/</link>
		<comments>http://www.expm.org.br/noticias/teste-de-marshmallow-para-adultos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 17:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>expm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>

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		<description><![CDATA[Para promover o Rally Argentina 2010, a agência argentina Santo lançou uma campanha nos moldes do “teste de marshmallow” só para adultos carnívoros e fãs de cerveja.
Na versão portenha, se os “testados” conseguissem não sucumbir à tentação ganhavam a possibilidade de acompanhar a etapa de Córdoba no camarote VIP da Personal. A produção é da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para promover o Rally Argentina 2010, a agência argentina Santo lançou uma campanha nos moldes do “teste de marshmallow” só para adultos carnívoros e fãs de cerveja.</p>
<p>Na versão portenha, se os “testados” conseguissem não sucumbir à tentação ganhavam a possibilidade de acompanhar a etapa de Córdoba no camarote VIP da Personal. A produção é da Poster com direção de Sebastián Sánchez.</p>
<p>Abaixo você confere a campanha do Rally e em seguida do teste com os pequeninos. Parece que perdeu a graça com os grandalhões, não acha?</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bt4qb6SHTfc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/bt4qb6SHTfc&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XNBV_DGYECQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/XNBV_DGYECQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>#EXPM</p>
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		<title>Da simbiose ao parasitismo</title>
		<link>http://www.expm.org.br/noticias/da-simbiose-ao-parasitismo/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 14:06:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>expm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Cavallini]]></category>

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		<description><![CDATA[Na época de ouro da publicidade brasileira tudo era lindo e maravilhoso.
Campanhas milionárias, glamour, festas para todo lado, salários estratosféricos e produtores gráficos ficando ricos graças aos seus talentos.
Isso valia para agências, produtoras e fornecedores em geral.
A lucratividade era muito alta e dinheiro nunca era problema. Na verdade, nada era problema.
Faz pra amanhã!
Claro, sem problemas.
Nosso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na época de ouro da publicidade brasileira tudo era lindo e maravilhoso.</p>
<p>Campanhas milionárias, glamour, festas para todo lado, salários estratosféricos e produtores gráficos ficando ricos graças aos seus talentos.</p>
<p>Isso valia para agências, produtoras e fornecedores em geral.</p>
<p>A lucratividade era muito alta e dinheiro nunca era problema. Na verdade, nada era problema.</p>
<p>Faz pra amanhã!<br />
Claro, sem problemas.</p>
<p>Nosso cliente não gostou depois de ver tudo pronto. Faz de novo, mas agora sem prazo e sem cobrar a mais!<br />
Tudo bem, considere feito.</p>
<p>Faz de graça que esse é pra Cannes!<br />
Será um prazer.</p>
<p>O segredo para este relacionamento era resultado não somente da alta lucratividade, mas também da dependência que as produtoras tinham das agências, por ser a única indústria a investir em áudio, vídeo, efeitos especiais, casting, impressão, etc.</p>
<p>Quem não aceitava, estava fora da brincadeira. E como o prejuízo de um job desaparecia com o grotesco lucro do job seguinte, estava tudo bem.</p>
<p>Parecia sadomasoquismo, mas era simbiose.</p>
<p>Décadas passaram e uma legião de profissionais cresceu e aprendeu a viver deste jeito, mas sem entender os porquês, como aquela experiência dos macacos.</p>
<p>E como todos sabem, acabou a moleza. Bem, nem todos: os estudantes de publicidade ainda acreditam no glamour e nos salários gigantescos; os anunciantes continuam achando que as agências estão ricas e; as agências continuam não ligando para a saúde das produtoras.</p>
<p>O que importa é que agora, todo mundo conta os centavos e ninguém dá mais gorjeta pra frentista de posto.</p>
<p>Nesta levada, tudo que alguém inventa pra espremer fornecedores, se espalha mais rápido que gripe suína. Tem a Mesa de Compras, os leilões reversos (que deveriam se chamar leilões perversos) e até anunciantes que só pagam fornecedores em 170 dias.</p>
<p>Isso fora os atrasos de pagamento sem multa e aquela história do SAP — sistema de gestão usado por 10 entre 10 grandes corporações — parar de funcionar misteriosamente sempre na mesma época do ano, uma desculpa furada que anunciantes usam para empurrar pagamentos e fechar o ano fiscal em melhores condições.</p>
<p>Claro, é uma cadeia alimentar. A matriz cobra resultados do anunciante, que espreme a agência, que pisa na produtora, que esfola seus funcionários.</p>
<p>É o tal capitalismo selvagem, um sustentando o bônus do outro. Esta deve ser a verdadeira sustentabilidade.</p>
<p>Mas enfim, como a maioria de meus clientes não são produtoras, meus conselhos são voltados para agências e anunciantes.</p>
<p>E são dois, o primeiro é: não pise na grama.</p>
<p>A grama não vale nada, mas é ela que a vaca come para dar nosso leitinho.</p>
<p>Ter bons fornecedores é vital para qualquer mercado. É uma regrinha simples, mas por ser indireta e um pensamento de longo prazo, difícil de emplacar.</p>
<p>Ou assuma logo que comunicação é commodity, mas saiba viver com isso.</p>
<p>A segunda dica é mais prática: cuide dos contratos.</p>
<p>Uma burocracia chata mas necessária e que sempre foi ignorada. Ignorada porque antigamente eles não eram necessários e não valiam a pena. Em uma relação leonina, um contrato poderia defender o mais fraco, deixando de ser interessante para agências e anunciantes.</p>
<p>Mas como eu disse, o tempo passou, as margens diminuiram e outros mercados cresceram. Agora, muitas produtoras já não dependem das agências para sobreviver. A relação de poder mudou.</p>
<p>Sem contar que, graças a Mesa de Compras e a tendência de commoditização, surgiu um monte de fornecedor semi amador (ou na gíria pornô, pro-amateur) que não entrega o que promete.</p>
<p>E neste novo cenário, ter contratos passa a ser interessante para quem não está de brincadeira.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.coxacreme.com.br">www.coxacreme.com.br</a></p>
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		<title>Nike: Bleed as One</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 12:05:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>expm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[campanha publicitária]]></category>

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		<description><![CDATA[Confiram abaixo o belo filme da Nike para a seleção holandesa de futebol criado pela Wieden + Kennedy que pede “sangue laranja” da equipe. E que encoraja a equipe a ir atrás de resultados expressivos nesta Copa. A direção é de Johan Kramer.

Fonte: e•ideias/Paula Rizzo
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confiram abaixo o belo filme da Nike para a seleção holandesa de futebol criado pela Wieden + Kennedy que pede “sangue laranja” da equipe. E que encoraja a equipe a ir atrás de resultados expressivos nesta Copa. A direção é de Johan Kramer.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/O7o0lovoi0A&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/O7o0lovoi0A&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.google.com.br/reader/view/feed/http%3A%2F%2Feideias.nu%2Ffeed%2F?hl=pt_BR" target="_blank">e•ideias</a>/Paula Rizzo</p>
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		<title>Relatório alerta: 95% da floresta está ameaçada</title>
		<link>http://www.expm.org.br/noticias/etica-e-politica/relatorio-alerta-95-da-floresta-esta-ameacada/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 20:55:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>expm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ética e Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ética]]></category>

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		<description><![CDATA[Um relatório chamado “Assessment of the Risk of Amazon Dieback” e conduzido pelo Banco Mundial avaliou o risco de parte da floresta amazônica entrar em colapso devido à conjunção de três fatores: desmatamento, mudanças climáticas e queimadas.  Segundo ele, em 2025, cerca de 75% da floresta seriam perdidos.  Em 2075, só restariam 5% de florestas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um relatório chamado “Assessment of the Risk of Amazon Dieback” e conduzido pelo Banco Mundial avaliou o risco de parte da floresta amazônica entrar em colapso devido à conjunção de três fatores: desmatamento, mudanças climáticas e queimadas.  Segundo ele, em 2025, cerca de 75% da floresta seriam perdidos.  Em 2075, só restariam 5% de florestas no leste da Amazônia.</p>
<p>O estudo, que contou com a colaboração dos pesquisadores brasileiros do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe) Carlos Nobre e Gilvan Sampaio, trabalha com o conceito de “Amazon Dieback”, termo que ainda não tem tradução exata para o português e que representaria uma redução da biomassa da floresta. </p>
<p>“Podemos dizer que é o risco de colapso de parte da floresta.  O nível, o ponto a que chega a floresta que, mesmo que você faça reflorestamento, ela não retorna”, explica Sampaio.</p>
<p>De acordo com a análise, o risco de colapso de parte da floresta é maior no leste da Amazônia, região que compreende o Pará e Maranhão.  “Em nossos estudos, avaliamos que, principalmente no leste da Amazônia, com a mudança do clima mais a mudança no uso da terra, você não conseguirá mais sustentar ali uma floresta de pé, como é o caso da floresta amazônica.  Você teria uma floresta com, digamos, menos biomassa acumulada, que poderia ser semelhante à uma savana”, diz Sampaio.</p>
<p>O efeito combinado do clima e desmatamento, nessa região, pode resultar em uma forte diminuição da área de floresta no bioma.</p>
<p>O sul da Amazônia (região que compreende o Mato Grosso e sul do Pará), o relatório indica crescimento da área de savana, principalmente devido à atuação das queimadas.  O noroeste da Amazônia é a área que sofre menor impacto, já que compreende a parte mais preservada da floresta.</p>
<p>Além disso, a soma dos impactos de mudanças climáticas, desmatamento e queimadas da Amazônia resultaria em consequências negativas em outras regiões do País.  O estudo identifica uma mudança no regime de chuvas que atingiria o Nordeste brasileiro, intensificando o desaparecimento da caatinga na região e aumentando as áreas de semi deserto.</p>
<p>Segundo Sampaio, a pesquisa não traça propostas para evitar o “dieback” da Amazônia.  “Não fizemos recomendações.  Na verdade, as recomendações são aquelas que já conhecemos: diminuir as emissões de gases de efeito estufa e controlar o desmatamento”.</p>
<p>Fonte: Bruno Calixto, da Amazônia.org</p>
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		<item>
		<title>Luxo Acessível, um comparativo entre a proposta de venda de Magazines Parisienses e Shoppings Centers de São Paulo</title>
		<link>http://www.expm.org.br/colunas/marketing/luxo-acessivel-um-comparativo-entre-a-proposta-de-venda-de-magazines-parisienses-e-shoppings-centers-de-sao-paulo/</link>
		<comments>http://www.expm.org.br/colunas/marketing/luxo-acessivel-um-comparativo-entre-a-proposta-de-venda-de-magazines-parisienses-e-shoppings-centers-de-sao-paulo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 20:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paula Fernanda Prado Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi depois de algumas horas discutindo este assunto que decidi escrever este artigo. Posso dizer que se trata de uma visão franco brasileira.
Muito tem se falado sobre luxo, marketing de luxo e luxo acessível. Há muito tempo se dizia “Luxo é para poucos”, depois, com o passar do tempo, a abertura do mercado brasileiro no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi depois de algumas horas discutindo este assunto que decidi escrever este artigo. Posso dizer que se trata de uma visão franco brasileira.</p>
<p>Muito tem se falado sobre luxo, marketing de luxo e luxo acessível. Há muito tempo se dizia “Luxo é para poucos”, depois, com o passar do tempo, a abertura do mercado brasileiro no início da década de 90 propiciou a entrada de grandes marcas de luxo no país, nos mais diferentes segmentos de mercado: automobilístico, vestuário, etc. Isto fez com que os pesquisadores e estudiosos de Marketing começassem a estudar e desenvolver pesquisas sobre o denominado marketing de luxo, vertente que estuda este mercado de características tão específicas. A nova tendência, que ainda não chegou por aqui é o luxo acessível. A partir da comparação entre o mercado de luxo em Paris e São Paulo, será possível entender o porquê.</p>
<p>Em Paris, os pontos de venda das grandes marcas se dividem em dois tipos de lojas, as lojas de rua, que se encontram em ruas ou avenidas como Rue Saint-Honoré, Rue du Faubourg Saint-Honoré e Avenue des Champs-Élysées. Mas também, nos grandes magazines, mais conhecidos como lojas de departamento. As lojas de departamento têm a mesma proposta, aglomerar o maior número de marcas de luxo, sejam elas francesas, inglesas, americanas e até brasileiras em um mesmo lugar. São divididas por setores: feminino, masculino, infantil, artigos para cama, mesa e banho e assim por diante. Dentro de cada setor, cada marca tem uma espécie de “<em>stand</em>”, um pequeno local onde pode expor seus artigos e objetos. Os consumidores tem circulação livre pelo local, o que possibilita maior proximidade com as roupas, por exemplo. Assim, torna-se possível tocar, experimentar, observar as diferentes opções de cores e modelos, assim como as diferentes maneiras de usá-las. Embora cada funcionário entenda bem a marca que esta vendendo, ele não representa a marca de luxo em si, mas sim, o conceito da loja de departamento. Por isso, é possível comprar uma calça da Levi’s e efetuar o pagamento no “<em>stand</em>” da Calvin Klein. </p>
<p>Tem-se como exemplo de lojas de departamento: Galeries Lafayette, Le Bon Marché e Printemps. O objetivo destas grandes lojas de departamento é o mesmo, mostrar o conceito de cada marca em um pequeno espaço, de modo que o cliente possa ter um maior contato com aquilo que pretenda adquirir.</p>
<p>Além disso, marcas de alta costura, como Chanel, Yves Saint Laurent e Christian Dior, expandiram seus negócios para a indústria cosmética, incluindo-se maquiagens e perfumes que são lançados anualmente. Isto é uma forma de criar acessibilidade aos produtos, pois se um admirador da marca não tiver a possibilidade de comprar uma peça de vestuário cujo valor seja de 1.000 euros ou mais, poderá adquirir uma maquiagem por 60 euros ou um lenço de seda por 100 euros, considerando que dentro da União Européia estes valores são considerados acessíveis.  No Brasil, com todos os impostos e taxas, uma maquiagem destas marcas custaria pelo menos 350 reais, o que as torna um tanto inacessíveis.</p>
<p>A grande diferença com os pontos de venda para marcas de luxo em São Paulo, é que grandes marcas concentram-se em locais freqüentados predominantemente pela <em>triple A class</em>, o que faz com que estas marcas acabem se tornando sonhos de consumo, marcas inatingíveis. Tem-se como exemplo a Rua Oscar Freire, o Shopping Center Iguatemi e o Shopping Cidade Jardim. </p>
<p>Nestes pontos de venda, cada loja tem seu espaço próprio e dividido. Por isso, se o cliente estiver passeando pelo shopping, terá de ultrapassar uma barreira: a porta da loja. Uma vez lá dentro, ele terá todas as atenções voltadas para ele, diferentemente de uma loja de departamento em Paris, em que ele poderá circular livremente, muitas vezes sem ser notado.</p>
<p>O fácil acesso ao contato com os produtos expostos em uma loja de departamentos em Paris, de maneira alguma minimiza o status de uma marca. Pelo contrário, aproxima seus admiradores. Em grandes centros cosmopolitas como São Paulo, Paris, Londres e New York, a importância das marcas será sempre a mesma.</p>
<p>Grandes marcas de luxo como Chanel, Hermès, Balenciaga e Givenchy, possuem o mesmo status em qualquer lugar do mundo. São marcas globais, com campanhas de marketing globais e cujos produtos possuem exatamente a mesma qualidade em qualquer um de seus pontos de venda.</p>
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		<title>Prata da casa</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 19:35:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Adas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing Direto]]></category>
		<category><![CDATA[marketing direto]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia fui a um aniversário de um amigo que completava 40 anos. Dentre os rituais planejados para a festa, surgiu uma garrafa contendo bilhetes e mensagens deixadas por parentes e amigos que estiveram visitando-o, ainda bebê, na maternidade. Agora, em plena maturidade, a garrafa seria quebrada, os bilhetes abertos e as mensagens resgatadas. Confesso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Outro dia fui a um aniversário de um amigo que completava 40 anos. Dentre os rituais planejados para a festa, surgiu uma garrafa contendo bilhetes e mensagens deixadas por parentes e amigos que estiveram visitando-o, ainda bebê, na maternidade. Agora, em plena maturidade, a garrafa seria quebrada, os bilhetes abertos e as mensagens resgatadas. Confesso que nunca havia presenciado algo parecido. Até guardo alguns bilhetes, fotos e presentes da infância, mas uma coleção completa de fatos e fotos presos numa garrafa durante quatro décadas pareceu-me assustador. Como se tratava de um ritual da família, mantive-me discreto e observador aos recados. A primeira mensagem era da avó falecida há oito anos. “Que Deus te ilumine sempre” foi o desejo simples e genérico. A segunda era de uma tia ainda viva e presente na festa. “Siga o caminho de seu pai e seu avô”&#8230; Os olhos da tia marejaram-se. </p>
<p>Após mais algumas mensagens, comecei a pensar em um problema estrutural que enfrentamos em nossos projetos de marketing direto: o envelhecimento do mailing e a consequente irrelevância das mensagens. Qualquer banco de dados que permaneça 40 anos intacto, corre o sério risco de se comunicar com pessoas mortas ou de trazer informações imprecisas e inválidas.</p>
<p>Meu amigo é ateu e ator de teatro, dois fatos que causaram extremo desconforto em sua família por anos. Assim, também as ofertas que dirigimos ao mailing nem sempre agregam interesse aos destinatários. Estatísticas mostram que qualquer banco de dados apresenta algum tipo de desatualização e que, em media, 15% das informações tornam-se inválidas mensalmente. Trata-se de um esforço enorme e necessário, assumido pelas empresas fornecedoras de bancos de dados, para manter suas “flores” frescas. </p>
<p>Faça um teste você também. Observe a agenda do seu celular. Repasse os nomes e tente resgatar a origem e a personalidade de cada registro contido lá. Certamente, há nomes que já foram importantes e que hoje ocupam memória desnecessária. Amplie esta experiência ao banco de dados de sua empresa. Qual foi a última atualização cadastral que foi feita? Existe o hábito de se relacionar com este banco, incorporando a ele as ocorrências e retornos de área comercial? Se surgir a possibilidade de você convidar seus 50 melhores clientes a um evento, você consegue identificá-los e resgatá-los rapidamente nos mailings?</p>
<p>Muito se fala sobre os melhores clientes da empresa. Os clientes antigos, tradicionais, as “pratas da casa”. É importante lembrar que a prata escurece e demanda lustre frequente.</p>
<p>Por isso, cuide bem de seu banco de dados, para garantir e prolongar o brilho comercial de seus clientes.</p>
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		<title>Reinvenção do jornalismo</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 18:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>expm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[elmundo]]></category>

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		<description><![CDATA[Que os veículos de informação, principalmente os impressos têm tentado segurar seus leitores já é sabido, a questão é a análise que podemos fazer dos novos modelos de negócio que os editores de jornais e revistas têm apresentado. 
Semana passada, publicamos aqui um post sobre a campanha “Magazines, The Power of Print&#8221;. Enquanto neste caso, os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que os veículos de informação, principalmente os impressos têm tentado segurar seus leitores já é sabido, a questão é a análise que podemos fazer dos novos modelos de negócio que os editores de jornais e revistas têm apresentado. </p>
<p>Semana passada, publicamos aqui um post sobre a campanha <a href="http://www.expm.org.br/noticias/o-poder-da-impressao/" target="_blank">“Magazines, The Power of Print&#8221;. </a>Enquanto neste caso, os líderes das cinco maiores companhias de editoriais impressos norte-americanos tentam persuadir o leitor a continuar indo às bancas, nesta semana o jornal espanhol El Mundo, lançou uma plataforma de conteúdo digital e interativa, e ao que parece bem atraente e eficaz.</p>
<p>O <a href="http://elmundo.orbyt.es/" target="_blank">Orbyt</a><strong> </strong>disponibiliza resumos de tudo que sai na imprensa nacional e internacional, todas as publicações do grupo, uma biblioteca completa de todo o conteúdo produzido, além de promoções exclusivas.</p>
<p>Os serviços saem por € 14,99 ao mês ou<strong> </strong>€<strong> </strong>0,60 por dia. Apesar de não ser uma novidade, é interessante observar a reação da mídia impressa, para manter seu modelo de negócio sustentável. A bela apresentação, você confere abaixo. </p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qRXPCnh0Fcs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/qRXPCnh0Fcs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>EXPM</p>
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		<title>Política e moralidade: razões estruturais</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 15:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>expm</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ética e Política]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma crise de corrupção abala o cenário político brasileiro. Desta vez, bem no coração da arena política: Brasília. Muitas reportagens. Muito jogo de cena pelos partidos políticos. Muita tentativa de mostrar diferenças no tratamento do assunto. Muito blá, blá. blá. E até, diríamos, algo mais consistente, sob o ponto de vista da profilaxia: defesa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma crise de corrupção abala o cenário político brasileiro. Desta vez, bem no coração da arena política: Brasília. Muitas reportagens. Muito jogo de cena pelos partidos políticos. Muita tentativa de mostrar diferenças no tratamento do assunto. Muito blá, blá. blá. E até, diríamos, algo mais consistente, sob o ponto de vista da profilaxia: defesa de mudança na Constituição Federal, relativa ao sistema de financiamento das campanhas políticas. Na verdade, permitam-me a opinião, de quem não pertence ao meio político, mas com a modesta pretensão de ser mais técnico do que político.</p>
<p>Percebe-se o jogo que está na roda destes escândalos? Apenas citam-se os nomes de políticos A, B ou C, que quando não são massacrados pela opinião pública, dão um drible e voltam à carga mais tarde. Às vezes, o noticiário desloca-se mais fortemente sobre algum lobista, e não exatamente sobre políticos, como sucedeu com o escândalo do mensalão. E em poucas vezes, cita-se o nome de quem trafica (pelo lado da compra) a influência. Ou seja, condenam-se os usuários e os traficantes (pelo lado da venda), mas os traficantes (pelo lado da compra) continuam adquirindo seus insumos. Perceba-se ainda que, afastados os nomes destacados na época do flagrante da corrupção, o problema volta a ocorrer em espaço e tempo diferentes do anterior, o que indica que não se chega ao cerne do problema. Até mesmo a febre só é tratada quando há alguma pressão pública. Então, o que se nota? O enfrentamento da questão, da imprensa, passando pela legislação, aos poderes constituídos, enfim, pelo país como um todo, é muito insipiente e amador. Talvez esteja na hora de trocar a insipiência pela incipiência em enfoque inovador de enfrentamento da questão. Vejamos se, e em caso positivo, como seria possível.</p>
<p>A estrutura do jogo parece ser a seguinte:</p>
<p>1ª questão: As campanhas políticas são caras e não podem ser custeadas apenas pelos partidos políticos e o financiamento público recebido;</p>
<p>2ª questão: Para superar o problema financeiro, os partidos e candidatos são obrigados a recorrerem, de forma legal ou ilegal, a agentes econômicos;</p>
<p>3ª questão: Os agentes econômicos, acostumados ao mercado, negociam seu empréstimo a determinados juros, que os candidatos, sem recursos, acabam contratando, sendo que o pagamento será feito com a administração pública (uma espécie de parceria público-privada), que embute o risco da não eleição do candidato;</p>
<p>4ª questão: O pagamento do principal e dos juros é feito através de contratos celebrados com a administração direta ou, o que tem se tornado mais fácil (pois mais longe juridicamente), com a administração indireta (autarquias e empresas públicas). Atualmente, essa fase do processo está se deslocando para empresas terceirizadas que prestam serviços às vencedoras na licitação, pois a legislação da licitação trata de modo superficial o assunto.</p>
<p>5ª questão: Esse repasse precisa enganar a lei de licitação, colocando na direção da administração direta e indireta pessoas infiltradas, digo, correligionários e fiéis amigos do eleito e do partido.</p>
<p>Se esse modelo teórico estiver próximo da realidade brasileira, então poderíamos construir hipóteses que poderiam ser implementadas à realidade, atacando alguns pontos presentes nas cinco questões antes referidas, sem prejuízo de outras, que por razões de limitação de espaço e de tempo neste artigo não serão abordadas. Vejamos.</p>
<p>Olhemos o primeiro ponto. Campanhas e custeio. Quem não tem dinheiro para gastar, o mais prudente é que não gaste. Mas, essa situação não é tão fácil, quando se está falando de sobreviver no mercado, pois se todos fossem prudentes, seria vantagem para toda a sociedade. Todavia, como pode surgir o oportunista, que contrariando a lógica dos demais, queira esbanjar (seja por que tem recurso, seja por que quer ludibriar por aparência superficial), é necessário pôr um impedimento geral, não sendo permitido ao indivíduo estipular o teto de sua campanha, pois ele poderia elevar a nível inatingível aos demais. Então, estabelecer o teto de gastos da campanha é um caminho equilibrado para afastar o ilimitado e a consequente ânsia de recursos para gastos na campanha. Por óbvio, esse teto de gastos deve ser estabelecido por órgão imparcial no resultado da campanha, o que obviamente trairia a intervenção da Justiça Eleitoral no estabelecimento de um teto nas despesas da campanha, observando-se cada nível da federação e dos cargos disputados. Esse teto poderia ser de tal monta que permitisse o adequado contraditório e informação das propostas á população, em nível compatível com a exigência cultural do povo brasileiro, mas cortando desapiedadamente os excessos, que são a primeira fonte de problemas. Além do efeito benéfico para diminuir a necessidade de financiamento, abriria espaço para valorizar mais as propostas do que os efeitos tecnológicos vazios tão comuns em campanhas mais publicitárias do que políticas. Campanha mais espartana permitirá a volta do homem político em detrimento do político mutuário.</p>
<p>O custeio é outra questão. Sem demagogias, o bom dinheiro público nada mais é do que o, assim dito pelos entendidos a moralistas, mau dinheiro privado espoliado, via impostos, pelo governo, e o mau, aquele impresso pelo governo em suas casas de moeda, o que, obviamente, ninguém mais quer que venha a ser feito. Como custear os gastos? Com dinheiro público, ou melhor, já tornado público, ou com dinheiro privado? Tanto um quanto o outro tem o mesmo efeito. Aqueles que pensam que somente dinheiro público deveria entrar na campanha imaginam que todos são maus como si. É natural do ser humano participar em campanhas políticas com as quais acredita. Assim o é desde que se conhecem os registros históricos a respeito do assunto e em qualquer lugar do mundo. É uma tendência a-temporal e a-espacial. O que se deve reprimir, portanto, não é a participação de quem deseja contribuir com as idéias, mas o mútuo apenas financeiro/econômico a políticos sem cacife para bancar suas campanhas. Então, que se regulamente o financiamento com dinheiro público, para dar certo patamar inicial de igualdade a todas as idéias, mas é indispensável que haja a possibilidade de participação das pessoas, que não filiadas a partidos, nas campanhas políticas, quer através de contribuição pessoal ou financeira. Por outro lado, a origem do custeio poderá ser facilmente identificada quando lhe houver um teto. Havendo um teto, pode-se fracionar o custeio, de modo que o grupo que financiar a campanha será facilmente identificável. E mais. Como haverá um teto, o custeio será, provavelmente, ao menos pelas idéias mais aceitas na sociedade, rapidamente obtido por alguns partidos mais simpáticos á população. E isso não é ruim, pois a democracia enseja o sucesso das idéias mais aceitas pela população. Obtido o teto, não há mais possibilidade de contribuição. Mesmo por que? Haveria sentido? Para candidatos adquirirem patrimônio com as chamadas sobras de campanha? De modo algum. Só haverá contribuição até se chegar ao montante estabelecido por um órgão imparcial como teto moralizador dos gastos da campanha. E finalmente, o mais inovador: o recebimento de toda e qualquer contribuição será feita num fundo geral, destacando-se o valor recebido por partido. Todas entradas serão por este fundo, quer as públicas, quer as privadas. E como as entradas, todas as saídas serão contabilizadas ali também. Cada partido nomeará um comissário ou um grupo para ser responsável pelo gerenciamento desta conta individualizada por partido, mas centralizada em órgão ou banco público oficial. Não haverá possibilidade de qualquer excesso ao teto por parte de qualquer partido; gastar menos pode, mais nunca. Já é bom começo de treinamento para administrar a coisa pública; serve, aliás, como primeiro teste. Finalizada a campanha, todos os valores, de todas as contas individualizadas por partido, deverão ser devolvidos ao fundo público financiador das campanhas (quem, obviamente, fornece o dinheiro público igual a todos os partidos).</p>
<p>O segundo ponto. A punição às infrações. O modelo atual demoniza os políticos e fecha os olhos aos agentes econômicos que os financiam. Para ser mais preciso, a demonização dá-se em relação às pessoas físicas, mas não ás empresas. Mas isso tem se demonstrado ineficaz, pois sai um político corrupto, aparecem dois outros. Então, talvez pudesse ser mais interessante proibir empresas envolvidas em corrução de contratar com o poder público em tempo equivalente do dobro das punições penais a suas contrapartes no contrato de corrupção e de forma geral (limitado no tempo e ilimitado no espaço federativo). Como a punição civil pode ser mais longa do que a penal, até mesmo por questão de lógica jurídica, algumas empresas seriam banidas definitivamente da vida pública, abrindo espaço para outras que atuem com menos desfaçatez. Essa punição certamente provocaria duplo comportamento: evitaria a corrupção de um lado e diminuiria o financiamento de campanhas feito apenas por interesses econômicos futuros, abrindo espaço para aqueles mais ideológicos.</p>
<p>Finalmente, outro ponto que se percebe é a indicação de nomes políticos para cargos de direção em empresas estatais. Aqui está a ponte da corrupção. É preciso infiltrar o agente da corrupção para facilitar o esquema acima traçado. Há que se profissionalizar cada vez mais a direção das estatais no país. O indicado para cargos de direção deve ser o funcionário de carreira, que se dedicou a vida inteira a determinado órgão público. A introdução de agentes políticos infiltrados em empresas públicas não traz qualquer real benefício à sociedade, senão permitir o uso da máquina pública para fazer pagamentos à corrupção. Neste ponto, como provavelmente os políticos não irão abrir mão de seu poder, seria necessário uma iniciativa popular para criar legislação que proíba indicação de pessoas políticas para ocupar direção nas empresas públicas. Talvez, por uma questão de condução política do Estado, algumas autarquias e empresas públicas (mas em número reduzidíssimo) poderiam manter o privilégio atual. Mas, a grande maioria, em especial aquelas destinadas a atividades especializadas, deveria ser conduzida por funcionário de carreira, que galgou com competência todos os níveis da empresa, regulamentando-se o assunto de modo a permitir que a técnica sobressaia-se sobre indicações políticas.</p>
<p>Como se vê, há novas perspectivas para se enfrentar problemas antigos. Estas idéias são apenas a tentativa de mudar o foco, merecendo muitos e melhores complementos de doutas e inúmeras opiniões que existem à disposição no Brasil. Vale a pena trilhá-las em busca de caminhos melhores. A valorização da técnica sempre foi o melhor caminho para superação de tabus políticos e sociais, como o conhecido de que “não há jeito”.</p>
<p>Lúcio Pereira de Souza, 40, Especialista em Economia do Trabalho pelo Cesit-UNICAMP, Magistrado, é Juiz Titular da 2ª Vara do Trabalho em S. Paulo-SP</p>
<p>Fonte: <a href="http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2010/02/02/politica-e-moralidade-razoes-estruturais" target="_blank">Luis Nassif Online</a></p>
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